19 de Abril de 2009, chegámos pelas 8h.30 à Charneca da Peralva e já reinava a boa disposição, demos logo de caras com malta amiga, estava a chegar tambem o pessoal do Grupo de Cicloturismo da Barquinha, aquela carrinha com o reboque parece um comboio, ficámos todos juntos, a boa disposição estava no ar, mas mal sabiamos o que iamos apanhar pelo caminho.
Eram 9.15 quando a organização começou a dar instruções sobre o percursso e como estava sinalizado.
Batia as 9.20 no relógio e dava-se início ao passeio e já não me lembro de ver o pessoal a arrancar devagar para um circuito, ia tudo na descontra, fomos um bocado no alcatrão e logo entrámos no primeiro de muitos single tracks, foi espectacular foram sigles seguidos uns atrás dos outros indo nós parar à zona mais dura da Barquinha, pois a lama era muita, o terreno pesado fez com que sofresse-mos mais, mas na falta da lama tinhamos os benditos calhaus que geralmente apareciam quando iamos a subir ah. ah. ah., depois desta zona da Barquinha
voltámos a circundar a zona da Peralva e Charneca, aí foi uma vez mais a loucura de singles, muita água e lama que faz bem à pele, e eu que o diga pois a dada altura a bike espantou-se com qualquer coisa e cá vai disto, atirou-me para o chão ou seja mais para o silvado pois fiquei lá alojado sem me conseguir mexer, se não fosse a Sandra que vinha mais atrás e que teve de me tirar os sapatos, para tirar a bike debaixo de mim, pois ela espanta-se mas não foge ah. ah. é fiel ao dono.
Depois foi só dar uma mãozinha para me levantar e começar a tirar alguns picos e ver as marcas de guerra.
É de salientar que o passeio deu no total 40Km, com 809m de acumulado.
Como nota 10 ficou a organização pela forma como nos receberam, o secretariado rápido e eficaz, os abastecimentos foram originais pois nunca tivemos um quiosque de cerveja no meio do nada, com bolos, sandes, fruta e bebidas à descrição.
O almoço foi rapido a servir e como ementa tivemos sopa, arroz, salada, carnes grelhadas, salada de fruta e bebidas à descrição. Não esquecendo o organista que nos bridava com musica pimba.
Um passeio a voltar a repetir.
boas
ResponderEliminarAmigo santos, estou muito dividido. Se por um lado já começo a pensar que devia ter ido à Peralva, que perdi imensa diversão, por outro tenho a certeza de que só fazia até chegar ao quiosque do abastecimento.....
Tens que ter calma com a chegada aos abastecimentos é tudo uma questão de ignorá-los.
ResponderEliminarUm abraço